quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012

Desenvolvimento sustentável...

Não basta crescer só por crescer, com relação a economia de um país
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O desenvolvimento econômico de um país de forma sustentável como falam e almejam e vimos e ouvimos pela mídia poderosa, viciada em ganhos fácil na mamada de governos nacionais, baseado no enrolacion. Já sabemos que o Capitalismo é um sistema mundial calcado na mais valia, ou seja, quem (país) exporta e vende mais produtos e ainda com valor e produtos agregado industrializado (tecnologia de ponta) ganha, acumula divisas suficiente para investir no mercado financeiro e na produção industrial e tecnologia mundial, assim conquista espaços, digo consumidores por todo o recanto do mundo, evidentemente que a força da mídia sem compromisso ético com o país de origem (principalmente os subdesenvolvidos) é crucial na divulgação e no aliciamento desses consumidores.


Entenda
Crescimento econômico sustentável, um país só se desenvolve economicamente falando, quando passa a investir em educação, pesquisa e tecnologia, nenhum país do mundo se desenvolveu sem antes investir nesses itens principais. Assim, um povo educado com qualificação adequada e precisa conforme o mercado deseja, com o apoio da estrutura e incentivo governamental cria, produz através de suas industrias seus produtos e não fica só reproduzindo, repassando ou usando o que os países  desenvolvidos produzem ex: Fiat Itália, Chevrolet Ford EUA, Wolkswagem Alemanha, Hyundai Samsung Coréia do Sul, Toshiba Toyota Honda Japão,  Philips Holanda etc.

Caso Brasileiro
No nosso caso, não temos tecnologia de ponta, nem tão pouco vendemos e também não produzimos produtos de valores tecnológico agregado, na realidade somos “ricos” em matéria prima (mineração) mais conhecida com as commodities, também o Brasil, é um grande produtor e exportador de alimentos, mesmo assim a participação é pequena no PIB (produto interno bruto) de 8% apenas o peso maior para o PIB nacional são os investimentos estrangeiro industrial e especulativo, que anualmente fecha com um déficit positiva (Exportação maior que os importados) na balança comercial. É importante entender que para chegar ao topo e sermos de fato considerado um país de primeiro mundo precisamos de imediato fazer nossa revolução educacional, investindo em primeiro instante no nosso povo, principalmente nas crianças e nos jovens.

Texto: Iram de Oliveira